CONHECENDO SÃO GERALDO MAJELA

SÃO GERALDO E A EUCARISTIA


São Geraldo amou profundamente Jesus Eucarístico. A Eucaristia foi o centro de sua vida. Passava horas e até noites inteiras diante do Sacrário em Adoração. Muitas vezes entrava em êxtase, o seu rosto tornava-se iluminado e sua mente fica plenamente centrada em Deus. O seu diálogo com Jesus no Sacrário era espontâneo e sincero. Muitas vezes foi visto sorrindo para Jesus.


Fatos da Vida de São Geraldo


A Comunhão Mística


Quando tinha sete anos, entrou na fila para receber a comunhão. Mas o padre o saltou. São Geraldo voltou para casa muito triste. Naquela noite, o Arcanjo São Miguel trouxe-lhe a comunhão. Este fato, o próprio Geraldo o contou ao seu diretor espiritual, depois que se tornou redentorista. Mais tarde, aos dez anos fez a sua primeira comunhão.


Visita ao Amigo Encarcerado


Aos cincos anos já ia sozinho ao Santuário da Virgem de Capodiano, aproximadamente dois quilômetros de sua casa, e, nas brincadeiras com os coleguinhas, era ele quem tomava a iniciativa: - “Vamos visitar o nosso amigo encarcerado!” E todos o seguiam para a visita a Jesus no Sacrário.


O Louquinho de Deus


Certa ocasião, São Geraldo partilhou com o seu Superior, que “ouvia uma voz saída do tabernáculo que dizia:

- Louco...louco! Chegará o dia em que te confortarás da tua loucura.

A esta voz ele costumava a responder:

- Senhor, acaso não aprendo de vós a loucura? Sendo um Deus infinito vos encerrais na estreita custódia por amor de mim?”


Proibido de Comungar

Certa vez, ele foi acusado injustamente de se aproveitar de uma jovem a quem fazia acompanhamento vocacional. Interrogado por Santo Afonso de Ligório, que era o fundador e o superior da Congregação, não se defendeu. O castigo previsto para este caso seria a expulsão da Congregação. Mas santo Afonso tomou uma decisão que ninguém esperava. Proibiu a Geraldo três coisas: conversar com as pessoas que não eram da Congregação, correspondência por cartas e de comungar. A única coisa que machucou profundamente a Geraldo foi a proibição de comungar.

“Certa manhã um padre vem lhe pedir o favor de ajudar-lhe na santa Missa. E como ele gostava de ajudar nas missas! Mas desta vez se escusa: ‘Não, meu padre; não me peça isso, por amor de Deus! Eu não aguentaria e seria até capaz de arrancar-lhe das mãos a Hóstia Consagrada’.

Gravemente enferma, Néria Caggiano, a caluniadora, não suportando mais o remorso, escreve a Santo Afonso, dizendo que tudo o que havia falado a respeito de Geraldo, não passava de uma falsa calúnia.

Em São Geraldo, a fé nunca foi desligada da vida. Alimentando-se da Eucaristia ele aprendeu a solidário aos mais pobres e sofredores, fazendo de sua vida uma constante “eucaristia”, doando-se inteiramente aos irmãos.










Pe. Américo de Oliveira, C.SS.R.

Reitor da Basílica de São Geraldo

Curvelo/MG

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