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SEGUNDO
DIA:
São
Geraldo em busca da vontade de Deus.
Definições:
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Busca: procura constante de viver a vida com sentido, e valor.
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Vocação: realização da pessoa em todas as dimensões.
Fatos
da vida de São Geraldo
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Conversa com o Irmão Onofre antes da Missão de Muro.
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Vivência durante a Missão e a fuga: “vou tornar-me santo”.
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A escolha do mais difícil a realizar como o mais perfeito: a experiência
como criado de Dom Cláudio Albini;
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O empenho de Geraldo em conseguir vocações para os mosteiros Ripacândida.
Atella e Foggia.
Textos
bíblicos: Rom. 12, 1 – 2.
Mt. 26, 36 – 39.
Sugestão
prática:
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Encenação vocacional.
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Destacar como símbolo um grande sinal de interrogação simbolizando a
pergunta “QUE QUERES QUE EU FAÇA” e as dúvidas no caminho. Num
determinado momento entra um sinal de exclamação, simbolizando a
resposta: a VONTADE DE DEUS.
2. São
Geraldo como Jesus: em tudo buscar a vontade do Pai
Jesus
nos Evangelho diz que veio não para fazer a sua vontade, mas a vontade do
Pai. Anuncia não o seu Reino, mas o Reino de Deus. É o mediador da salvação
que Deus dá à humanidade. Não escolheu a cruz, mas aceitou-a para a
salvação da humanidade. Aprendeu a obediência pela entrega sacrificada
(Hb 5, 8; 10, 10). A história de Jesus é marcada pela obediência ao
Pai, ao plano do Pai para a humanidade.
Com Geraldo não foi diferente. Pôs no centro de sua vida a vontade de
Deus, que chamava de “minha verdade”. Por isto se entregava
totalmente, sem reservas. Centrado em Cristo, não precisava preocupar-se
com suas próprias necessidades, mas estar a disposição de todos, como
Cristo. Seu dia-a-dia era marcado por esta busca: o que Deus quer de mim
aqui e agora, como realizar hoje o Reino. Procurava os trabalhos que mais
o assemelhavam a Cristo. Por isto os confrades o apelidaram de “deixe-me
fazer”. Seu ardente desejo de fazer a vontade do Pai o fazia disponível
para assumir qualquer trabalho, sobretudo os mais incômodos. O que era
difícil para os outros, era fácil para Geraldo, porque queria só
agradar a Deus. Um de seus propósitos revela o amor de Geraldo à vontade
de Deus: “Alguns se empenham em fazer isto ou aquilo; minha única
preocupação é fazer a vontade de Deus”. Não busca glórias, posições,
reconhecimentos. Seu único objetivo: a vontade de Deus.
Muitos hoje se enganam quando pensam que Deus quer o que eles querem.
Tantos rezam tentando convencer Deus a realizar todos os propósitos
pessoais. A oração nada mais é, neste caso, do que uma tentativa de
subornar Deus em favor próprio, uma tentativa de mudar Deus, como se Ele
não quisesse o nosso bem. A verdadeira oração não é aquela que muda
Deus, mas a que nos muda. Claro que podemos rezar e pedir graças, mas a
graça das graças é a conformidade com o Evangelho, pois esta é a
vontade de Deus para nós. Uma vontade muito simples, que podemos realizar
no nosso dia-a-dia. Jesus não espera de nós coisas extraordinárias.
Espera apenas que vivamos nossa vida de acordo com sua proposta, com seu
Evangelho. Claro que podemos buscar soluções para nossos problemas, mas
num clima de abandono à vontade de Deus. No final das contas, o mais
importante é a nossa entrega.
Enfatizar: não adianta tentar manipular Deus. A vida cristã
não é conquista orgulhosa da nossa vontade, mas dom da graça. Nossas
dificuldades na relação com Deus são fruto da contradição entre
nossos planos, curtos e limitados, e a vontade de Deus, ampla e vasta.
Queremos que Deus realize a nossa vida de acordo com o plano que construímos
no nosso atelier pessoal de aperfeiçoamento. Mas Geraldo nos mostra que
Deus tem para nós um projeto de amor muito melhor. É preciso deixar Deus
trabalhar, mesmo quando estamos em dificuldade. É preciso entregar-se. Só
no final poderemos admirar, maravilhados, o projeto de amor de Deus a
nosso respeito. Não é tão importante o que eu quero de Deus, mas o que
Ele quer de mim. É a receita da felicidade, segundo Geraldo.
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